
Essa prática vinha sendo adotada por alguns funcionários, por hábitos já estabelecidos e transmitidos empiricamente há muitos anos.
O livro Contrast Media - Safety Issues and ESUR Guidelines (Baert & Sartor) cita estudos de Fischer (1972), Shehadi (1975) e Yamagushi (1991), que indicam não haver razão para essa prática. Não houve diferenças na incidência de efeitos adversos ou mortalidade entre os grupos que realizaram o pré-teste e o grupo que não realizou.
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